Gostei da parte em que o estudante se comprometeu a "devolver" os artigos...

[ ]s

Alvaro Augusto


-----Mensagem original-----
De: [email protected] [mailto:[email protected]]
Em nome de Decio Krause
Enviada em: quarta-feira, 20 de julho de 2011 20:31
Para: Rodrigo Oliveira
Cc: [email protected]
Assunto: Re: [Logica-l] Estudante é acusado de baixar mais de 5 mi de
artigos acadêmicos (Jstor)

Meu deus....Arthur !!!!!!!!!!!!!!!! Você pegaria 1 bilhão de anos.... (e o
resto de nós algumas centenas).

________________________________
Decio Krause
Departamento de Filosofia
Universidade Federal de Santa Catarina
88040-940 Florianópolis, SC -- Brasil
deciokrause[at]gmail.com
www.cfh.ufsc.br/~dkrause
________________________________
"He [God] will never choose among indiscernibles"
(G.W.Leibniz)






Em 20/07/2011, às 20:19, Rodrigo Oliveira escreveu:

> 
> 
> Estudante é acusado de baixar mais de 5 mi de artigos acadêmicos20/07/2011
- 11h47 | da FolhaDA ASSOCIATED PRESS, EM BOSTON
> Um aluno da universidade de Harvard, que estava estudando ética, foi
acusado de invadir a rede de computadores do Instituto de Tecnologia de
Massachusetts e roubar quase 5 milhões de artigos acadêmicos.
> 
> Aaron Swartz, 24, foi acusado de roubar documentos do Jstor, um serviço
popular de pesquisa que oferece cópias digitalizadas de mais de mil jornais
acadêmicos e documentos, alguns datados do século XVII.
> 
> Em uma acusação divulgada na última terça-feira (19), os promotores dizem
que Swartz roubou 4,8 milhões de artigos de setembro de 2010 a janeiro,
depois de invadir um computador que estava no campus do instituto. Swartz
baixou tantos documentos durante um dia no mês de outubro que um dos
servidores do Jstor não aguentou a carga, diz a acusação.
> 
> Os promotores dizem que Swartz pretendia distribuir os artigos em sites de
compartilhamento de arquivos.
> 
> O estudante se entregou à polícia na terça-feira (19) e se declarou
inocente às acusações como fraude, fraude relacionada a computadores e
obtenção ilegal de informações de um computador protegido. Ele foi solto com
o pagamento de uma fiança de US$ 100 mil e encara até 35 anos de prisão, se
julgado como culpado.
> 
> "Roubar é roubar, seja com um computador, seja com um pé-de-cabra", disse
o promotor norte-americano Carmen Ortiz. "É igualmente nocivo à vitima, não
importa se você vende o que você roubou ou compartilha com outras pessoas."
> 
> Uma ligação ao advogado de Swartz não foi retornada imediatamente. Ele
deve comparecer à Justiça novamente no dia 9 de setembro.
> 
> Um representante do Jstor disse na terça-feira (19) que Swartz concordou
em devolver todos os artigos, para que a empresa possa garantir que eles não
sejam distribuídos.
> 
> "Nós não somos donos desse conteúdo. Nós somos responsáveis pela
administração deles e trabalhamos duro para descobrir o que estava
acontecendo. Trabalhamos duro para conseguir esses dados de volta.", disse a
representante da empresa, Heidi McGregor.
> 
> Swartz é um ativista on-line que fundou o site Demand Progress, que afirma
que "trabalha para ter mudanças progressivas nas políticas."
> 
> O site descreve Swartz como o "autor de um grande número de artigos sobre
uma variedade de tópicos, especialmente corrupção em grandes instituições,
incluindo organizações sem fins lucrativos, a mídia, políticos e a opinião
pública".
> 
> O diretor executivo do site, David Segal, disse que as acusações contra
Swartz não fazem sentido. "É como colocar alguém na prisão por supostamente
checar muitos livros de uma biblioteca", disse.
> 
> Um representante da universidade de Harvard disse que o acusdo foi
colocado em uma licença de dez meses depois que a entidade descobriu a
investigação.
> 
> Swartz tinha acesso legítimo ao Jstor por meio de seus estudos em Harvard,
mas a companhia tem restrições para uso que previnem um número tão grande de
downloads.
> 
> A organização sem fins lucrativos Jstor, fundada em 1995, permite que
bibliotecas economizem espaço, tempo e trabalho ao armazenar digitalmente
séculos de publicações acadêmicas. Sua assinatura anual pode custar a uma
grande universidade algo como US$ 50 mil.
> 
> De acordo com a acusação, Swartz conectou um laptop ao sistema do MIT em
setembro de 2010 e se registrou sob um nome fictício. Então, ele usou um
software para "baixar rapidamente um grande volume de artigos do Jstor".
> 
> Nos meses seguintes, o MIT e a Jstor tentaram bloquar os recorrentes
downloads, chegando a negar acesso ao Jstor a todos os usuários do MIT. Mas
Swartz supostamente desviou das barreiras impostas.

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