Achei a sessão um pouco tímida, poucas apresentações.

Não refleti sobre o assunto, mas me parece que o estudante típico que entra
em uma graduação hoje (já faz algum tempo na verdade) não tem nenhuma
fluência na linguagem básica da teoria de conjuntos (porque parece que esse
conteúdo foi excluído da escola). Já perguntei para um ou outro se ele sabia
o que era um par ordenado quando entrou na graduação e a resposta foi que
não sabia.

Nesse caso acho indispensável um curso de teoria ingênua de conjuntos que
seja realizado não depois do 3 semestre e que cubra conectivos lógicos e
quantificadores, fórmulas, tabelas de verdade, álgebra de conjuntos (união,
interseção, complementar, produtos cartesianos), relações (de ordem,
incluindo boa ordem e de equivalência), funções, equipotência, conjuntos
enumeráveis e não enumeráveis e teorema de cantor-bernstein.

Não sei de um curso de bacharelado em matemática que apresente uma
disciplina assim. Em geral esse conteúdo é diluído em outros cursos, o que
eu considero muito ineficiente (além de levar a repetições).

Rodrigo



2011/2/26 Joao Marcos <[email protected]>

> Conteúdo da sessão organizada pelo Committee on Logic Education da ASL
> no princípio de janeiro deste ano:
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