Um amigo meu mostrou esse problema pra mim e pra um conhecido nosso
meses atrás, e nós passamos uns 20 minutos tentando encontrar a regra
de formação da seqüência... como nós não conseguíamos ele foi dando
mais termos da seqüência - com "..."s nos lugares certos - e por volta
do 200000 a gente desistiu e ele contou a regra.

Pelo menos ele foi honesto e avisou desde o início que pessoas que
sabem Matemática costumam ter muito mais dificuldade pra resolver esse
problema que pessoas "normais"... 8-\

  [[]],
    Eduardo Ochs
    [email protected]
    http://angg.twu.net/


2010/1/20 Decio Krause <[email protected]>

> Pessoal
> Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a pergunta
> que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta lista? Eu já errei:
> aliás, nem  consegui responder porque simplesmente não sabia o que fazer, já
> que minha aritmética não indicava qualquer conexão entre os números. Vejam
> vocês  mesmos e surpreendam-se com a resposta e com a "técnica" usada para
> formar a sequência (e tem gente que ganha dinheiro "ensinando" essas
> besteiras).
> D.
>
> Provas testam o raciocínio
>
> Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a
> habilidade do candidato em tomar decisões
> 20/01/2010 | 00:01 | *MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE*
>
>    - Comunicar 
> erros<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/posgraduacao/conteudo.phtml?err=1&id=965322>
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>    - Imprimir
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>
> Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com a seguinte
> questão: “Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, 16, 17, 18,
> 19?”. Essa é uma típica pergunta de uma prova de raciocínio lógico, que
> tem se tornado comum nas seleções. Pode parecer redundante haver testes para
> ver, em última análise, se os candidatos pensam, mas eles têm a função de
> escolher aqueles com a habilidade de solucionar problemas somente com o
> raciocínio.
>
> De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico, José Carlos
> Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior estão cobrando a
> matéria. “Alem da matemática, que já era comum na aplicação dos testes, o
> raciocínio lógico matemático entrou como novidade. Alguns concursos
> começaram a exigir esse conteúdo há cerca de quatro anos, mas desde 2008
> praticamente todos estão cobrando, como a Polícia Rodoviária Federal e a
> Receita Federal”, explica o professor que há 20 anos trabalha com cursos
> preparatórios em Maringá (Noroeste do estado).
>
> Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de raciocínio
> vem da dedução mental. “Uma pessoa estuda raciocínio lógico para ter
> atitudes matemáticas mais rápidas, ou seja, quando surgir um problema, ela
> poderá optar por aquilo que é mais adequado para resolver a questão. O
> raciocínio matemático serve para agilizar o pensamento e as atitudes em
> função de uma situação de risco”.
>
>    - Saiba mais
>    - Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos
>
> Dicas
>
> *Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio*.
>
> *Conteúdo*
>
> Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental, ensino
> médio ou em algum curso de nível superior, é importante o candidato conhecer
> o conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos preparatórios.
>
> *Material*
>
> Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas apostilas
> trazem muitos exercícios.
>
> *Questões*
>
> Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas que caem
> nos testes costumam ter as mesmas características. Portanto, habitue-se com
> os problemas.
>
> *Diversidade*
>
> Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas para a
> sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de objetos,
> análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros.
>
> Apesar de ser encarada como um “bicho de sete cabeças” por muitos, Pacífico
> afirma que a matéria apenas parece que é difícil. “Embora elaborar um
> raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as etapas de montagem de
> um problema. A dedução lógica acontece por meio de uma leitura atenta que
> leva a uma boa interpretação. Após a leitura, o candidato identifica qual é
> o conteúdo, monta uma estratégia e faz a resolução matemática”, explica.
>
> Para “ensinar os outros a pensar”, Pacífico repassa vários exemplos de
> concursos já realizados. “Nos testes, as questões de têm a mesma
> característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios. Com
> treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas”.
>
> *Dificuldades*
>
> Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está no fato
> de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos colégios e no ensino
> superior. “Eles não viram isso no ensino fundamental, nem no ensino médio ou
> na universidade. Quando começam a estudar no cursinho preparatório levam um
> susto. É um desconhecimento total da matéria, a pessoa começa quase que do
> zero”.
>
> A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel Sanches,
> que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a maior dificuldade
> encontrada com o raciocínio lógico foi ter conhecido a matéria somente nos
> cursinhos preparatórios. “No início é um pouco complicado, mas com treino
> você começa a pensar melhor. Acho que deveria ser ensinado nos colégios,
> porque também podemos utilizar o raciocínio lógico em outras matérias”.
>
> A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto é 200,
> pois o problema se refere aos números que começam com a letra “d”.
>
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>
> ________________________________
> Decio Krause
> Departamento de Filosofia
> Universidade Federal de Santa Catarina
> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil
> [email protected]
> www.cfh.ufsc.br/~dkrause <http://www.cfh.ufsc.br/%7Edkrause>
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>
> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a contradiction
> here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks on the Foundations
> of Mathematics)
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