Renato A.Q.Salles wrote:

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>Sabe, eu discordo dos pressupostos dos quais voc� se utilizou, n�o da
>forma ou analogias. Sou � favor da propriedade intelectual, assim como
>sou totalmente contra o pl�gio. Ali�s, por causa de tantos como eu
>pensarem assim, foi instituida uma lei protegendo direitos das pessoas
>que usam seu poder de cria��o, sua cultura intelectual, etc... para
>trazer � luz algo de valor.
>

    ERA pra ser assim, mas no momento est� sendo utilizada pra manter 
monop�lios
em id�ias..
    Algo no m�nimo abjeto (uia! =o)...

    Pense assim, eu criei uma m�quina que atrav�s de um m�todo qquer 
transforme garapa
em cerveja.
    Eu patenteio o aparelho E A ID�IA, e n�o conto pra ningu�m.
    Beleza, domino o mercado de convers�o de garapa em cerveja, e entupo 
os c�rneos de di
nheiro.
    Por�m , digamos que um empregado meu, MUUITO inteligente, venha 
falar comigo que
fazendo assim assim assado no processo eu poderia fazer chopp, cerveja 
bock, draft, o escam
bau... Mas pra confirmar ele teria de ter acesso aos processos 
qu�mico-f�sico envolvidos...

    A� o mundo se separa em 2 universos.

    Num deles, eu permito acesso ao *> princ�pio f�sico <*, afinal 
quando Deus, Buddha, Al�
ou os Gremlins criaram esse lugar, deram de brinde as leis que regem 
essas paradas.. A partir
disso, o cara confirma o lance, e eu diversiono minhas atividades. 
Depois d eum tempo, ele
vai embora, faz uma empresa concorrente, faz o processo por outro 
sistema, mais eficiente,
aparece outro concorrente, que tranforma a garapa em Vodka, e todo mundo 
fu�ando nas
id�ias de todo mundo , e aprendendo e melhorando com o tempo...

    No outro, eu digo, "ah �? Explique.". Absorvo tudo que possso, passo 
pra galera do desen
volvimento, n�o libero o acesso ao princ�pio, porque afinal de contas � 
MEU, e continuo
em frente, com pouca ou nenhuma vontade de melhorar, afinal n�o tenho 
concorr�ncia.
    E aI de quem concorrer, o princ�pio f�sico tomou anos de pesquia da 
minha vida, minha
grana toda, e se bobear eu resolvo vigiar todo mundo que faz garapa em 
todas as feiras,
pra ver se n�o tem ningu�m desvinado pra outras fontes de falsifica��o!!!!

    E a�?
    Ficou boa a estorinha?
    =o)

>
>Coisas impalpaveis tem muito valor! Muitas sao as matrizes, ou "ideias", das
>quais partem as diretrizes de contru�ao/elabora�ao das coisas palp�veis.
>

    Sim, as coisas impalp�veis tem TANTO valor que n�o deveriam ser 
negociadas
por gente que venderia a m�e � prazo.
    Sem juros.


    Falows


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