Vamos aos coment�rios.  Ah, sim! Acabei juntando tudo de todo mundo de
uma vez s�!  Espero que n�o crie muita confus�o. :-)


>  O erro j� come�a ao comparar Windows 9x/3x com Linux. Os dois n�o t�m
> nada a ver um com o outro no que tange a integridade do sistema.
> ----------------- (CORTA!!!) ---------------------
>Assim, um programa feito para Windows 3.1 funciona em Windows mais
>novos porque instala suas pr�prias bibliotecas, muitas vezes
>em cima das bibliotecas do pr�prio Windows.

        Isso � verdade somente para o Windows, j� que ele tem mania de
zonear o Windows\System, mesmo quando voc� n�o quer que ele fa�a isso!   No
DOS, e at� em alguns (raros) aplicativos Win 3.11, cada aplica��o tinha suas
pr�prias bibliotecas, portanto voc� conseguia separar numa boa.    Ainda bem
que no Linux voc� tem controle!  Ele avisa que vai fazer kaaquinha, mas por
SUA conta e risco.


> Em outras palavras, se um programa A foi projetado para rodar no ambiente
B,
> n�o tente rod�-lo no ambiente diferente de B, a n�o ser que analise o

    �... isso d� � pano pra manga... mas juro que n�o concordo muito com
esse "Jeito Windows de ser" dentro do Linux.   Se por um lado eu acho o
m�ximo o fato que ele controla as bibliotecas de modo que n�o � poss�vel
ferrar sem querer a m�quina jogando uma por cima da outra,  tamb�m � verdade
que  se voc� tem um programa WXW que depende da AcmeLib-1.0, por exemplo  e
voc� tem instalada a AcmeLib-1.1,   nada garante que que a vers�o atual
mantenha a retro-compatibilidade, e a� a instala��o do WXW pode simplesmente
n�o ocorrer, ou mesmo rodar e travar.
    Como falei, esse caso ocorreu comigo ao instalar o licq 1.1, que exigia
a openssl 0.9.6b  e eu tinha a openssl 0.9.6 .   Se eu instalava a mais
moderna (via upgrade), nada mais funcionava na minha  m�quina.   A solu��o
foi dar um jeito de instalar as duas junto.  E olha que esse foi um caso
simples.   E com um programa com muitas depend�ncias? Como fica?


>Esta regra n�o funciona nem nos mais conhecidos, como � o caso do Word e
>do Excel. Trabalhos mais elabporados feitos no antigo servi�o eram
>comprometidos.

        Ah, sim!  Estava falando de compatibilidade de programas, e n�o de
documentos.   Quanto a isso, a Microsoft � mestra em fazer obsolesc�ncia
programada.   Quantos n�o tiveram de jogar seu Word 6.0 (legalizado) fora
porque ele n�o mais abre os arquivos do Word 97/2000/XP ?    Ou pior:
Aplicativos feitos no Access 2.0 que rodavam sem problemas passaram a n�o
funcionar ao mudar para o Access 2000 ?     Isso eu acho horrivel e
altamente conden�vel!    No Linux isso ocorre com menos frequ�ncia...


>Um dos nossos sistemas DOS precisavam da maior quantidade de mem�ria
> -------(CORTA...)--------------
>Com o 98 o problema se repetiu, mas a MS ignorou o fato. Algum bom
>programador criou um remendo, e voltamos a manter o sistema.
>Com o ME, o sistema n�o funcionou mais, pois ele j� estava sendo
>convertido para Windows, e al�m disso, o config.sys n�o pode ser
>alterado. No XP este prog n�o funciona mais.

    Bem... a Microsoft disse que ia matar o DOS desde 1995, s� que ela ainda
n�o consegue.  Mas que est� for�ando a barra, isto est�.
    No caso relatado,  o Windows XP (e o Win 2000) s�o na verdade o WinNT
6.0 e 5.0 respectivamente.   Todos sabemos que o Windows NT  foi feito para
N�O ser compat�vel com o DOS.
    Em todo caso, vemos como � muito nocivo n�o se ter
retro-compatibilidade, seja ela intencional (no caso da M$), ou casual (como
no caso das bibliotecas do Linux).

>Bom, eu tenho uma rpm do compupic que uso desde o CL 5, e o instalo
>indiscriminadamente no SuSE, MDK, RH e CL 7, pois ainda n�o instalei o 8.



         Continuo repetindo:  No Linux, a coisa ainda n�o est� boa!
Realmente v�rios programas eu instalo at� mesmo de distros diferentes
(Mandrake, Red Hat, Slack, etc), com sucesso.     Mas tenho tido sorte.
Basta ele ter uma biblioteca de uma outra vers�o (mesmo que eu tenha
instalada a mais recente) para que tudo venha abaixo.   E se voc� tentar
fazer funcionar com a biblioteca mais nova do seu micro, pode dar pau.


>>   O driver do modem PCTel � outro mau exemplo:
>Uma pequena corre��o: Isto n�o � modem. Estes aparelhos n�o funcionam
>todos da mesma forma, � necess�rio que haja um "driver" diferente para

        O driver PCTel s�o dois m�dulos que s�o carregados junto ao kernel.
Se os m�dulos funcionam no kernel 2.2 e n�o no 2.4, significa que n�o foi
respeitada a retro-compatibilidade.   Em teoria, ele deveria funcionar.


>Minha receita de bolo:
>
>Fico estritamente dentro das vers�es da minha distro: CL. Se precisar
>instalar programas que n�o est�o na distro, consulto a documenta��o do
>programa para saber quais s�o os pr�-requisitos (kernel isso, glibc

        A receita do Edgar � muito boa, e vou continuar a seguir.   S� tem
essa ressalva quanto a se fechar em uma distro.   Primeiro que nem sempre �
poss�vel.  Segundo:   As distros est�o tendo o  (mau) h�bito de for�ar o
upgrade mesmo quando a gente n�o quer.    No meu caso, eu fui for�ado a
enfiar um KDE 2.0 na minha m�quina porque precisei instalar o Conectiva 7.0
no meu Pentium 200, de 32Mb.    Com o KDE 1.1, a m�quina funciona muito bem,
obrigado, e gostava do bom e velho kfm.   S� que fazer o downgrade � t�o
dif�cil que � praticamente invi�vel.    Resultado:  O KDE 2.0 fica entulhado
no meu HD, s� porque eu gosto de usar o kpackage, que � do KDE.  Nem fa�o
quest�o dos joguinhos...   E o konqueror eu acho pesad�ssimo, mesmo com 64Mb
RAM.   Nunca gostei (e nem uso) dele.   Uso o xwc (e o gmc) para gerenciador
de arquivos, pois s�o melhores e mais r�pidos.    Pensei que iria me livrar
desse h�bito microsoftiano maldito...


Bem... at� o pr�ximo round!   Um abra�o,

    Syndson Silva.



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