-----Mensagem Original-----
De: Flavio Villalva Civatti
Para: [EMAIL PROTECTED]
Enviada em: Quarta-feira, 5 de Setembro de 2001 07:55
Assunto: [GLVAP] Microsoft x linux
resposta da Microsoft ao site http://www.no.com.br
Microsoft reage
De: Luiz Marcelo Marrey Moncau
Para: Editor
[ 04.Set ] Uma das combina��es menos felizes que podemos ter na
evolu��o das institui��es brasileiras ocorre quando a pol�tica de
oportunidade e jornalismo irrespons�vel se encontram e ecoam uma
suposta voz da verdade, iludindo os desinformados, privilegiando
posi��es duvidosas, omitindo informa��es e distorcendo fatos. Existe a
not�cia e existe o sensacionalismo e em qualquer institui��o
democr�tica temos que saber separar o fato do boato infundado.
No ambiente pol�tico, retornam � cena velhos interesses que outrora
relegaram o Brasil � reserva de mercado de inform�tica e que, por
exemplo, elevaram o custo de um PC a US$ 20 mil, um dos mais caros do
mundo em sua �poca. O Brasil paga at� hoje, mais de uma d�cada depois,
o pre�o de um atraso tecnol�gico causado por decis�es erradas que
atendia a interesses de poucos. Para conseguir seus objetivos e o
retorno � ilha digital Brasil, estes velhos interesses iludem os
leigos usu�rios ao omitir que a economia trazida pelo Windows para o
sistema � de mais de 10 vezes o seu custo, e omitir que o Linux,
supostamente gr�tis, n�o tem os mesmos recursos. Misteriosamente, os
interlocutores de partidos de oposi��o ao Governo Federal desrespeitem
as pr�prias ra�zes e orienta��o partid�ria da consulta �s bases. Ao
omitirem que o MEC consultou os coordenadores de tecnologia
educacional das secretarias de educa��o dos 26 estados da federa��o e
do distrito federal, que OPTARAM UNANIMEMENTE pelo Windows em debate
p�blico. O debate de uma semana foi promovido em Bras�lia com
apresenta��es de diversas solu��es, incluindo representantes da
Conectiva, empresa estrangeira que tem como s�cios investidores
estrangeiros e outros distribuidores Linux no Brasil. N�o � poss�vel
entender as raz�es daqueles que, pregam em nome do Brasil soberano,
democr�tico e independente, negam a opini�o do pr�prio povo.
O que se esta se propondo � rasgar a constitui��o brasileira e
simplesmente adotar um sistema "Linux" no grito, sem nem mesmo dar
condi��es de competir. Houve intenso debate e intensa competi��o para
escolha da plataforma Windows para escolas Brasileiras. O que estamos
vendo agora s�o interesses escusos daqueles que perderam no debate e
querem o retorno da famigerada reserva de mercado, agora do software.
O pr�prio site da Conectiva aponta que desde o come�o do ano houve
intenso debate para escolha da melhor solu��o para educa��o
brasileira. O interessante � que historicamente menos de 3% de todo
dinheiro de tecnologia vai para sistemas operacionais segundo o
Gartner Group; no FUST este valor deve ser ainda menor, mas os custos
indiretos de manuten��o do sistema Linux, for�a que seus seguidores
lutem agressivamente e neste caso, levianamente para abocanhar um
quinh�o que perderam com o fim da reserva, j� que a perspectiva de uso
da plataforma Windows deve reduzir os gastos com servi�os entre 2 mil
e 4 mil reais ao longo de 5 anos, devido a recursos que aumentam a
produtividade do usu�rio e reduzem a necessidade de manuten��o f�sica
dos equipamentos, recursos estes que n�o est�o presentes na plataforma
concorrente. Isto sim possibilitar� o aumento de m�quinas nas escolas
com a mesma verba do FUST; � isto que mais de 90% dos usu�rios no
mundo, inclusive empresas, v� de valor do Windows e por isto continua
pagando por ele!
No ambiente jornal�stico espanta-nos que um conceituado ve�culo como
o no. se esconda atr�s da liberdade de imprensa e seja capaz de
difundir levianamente, tratando como verdade, boatos t�o s�rios como a
poss�vel rela��o entre um ministro de estado, o Sr. Paulo Renato, e a
Microsoft. Este site que se posicionava como um defensor de ide�is,
colocou-se a servi�o de interesses escusos e foi incapaz de pesquisar
o fato, antecipou conclus�es err�neas, exerceu poder de justi�a e, em
�ltima inst�ncia, condenou a Microsoft sem sequer ouvir sua vers�o do
fato, ali�s, o que vem ocorrendo em uma s�rie de mat�rias parciais ao
longo da semana. Faz-se mister formalizar que o boato, divulgado como
verdadeiro, � em realidade MENTIROSO e que o irm�o do Exmo. Ministro
nunca foi funcion�rio ou parente de qualquer funcion�rio da Microsoft
Brasil. A simples checagem do processo mencionado em sua mat�ria deixa
claro que trata-se de a��o de anti-pirataria arquivada em 1996. O
advogado Marco Antonio de Souza, e uma s�rie de outros advogados,
representou os interesses da Business Software Alliance, (www.bsa.org)
associa��o mundial que representa diversas empresas de software no
sentido de proteger a propriedade intelectual at� mar�o de 1998. Esta
representa��o junto a BSA esta extinta desde 1998.
S� nos resta questionar a quem beneficia a constitui��o de um poder
paralelo que se predisp�e e legislar, julgar e at� mesmo executar,
colocando a educa��o do Brasil em segundo plano a merc� de privil�gios
de pequenos grupos e relegando toda uma ind�stria nacional e
internacional que investe no Brasil aos desencontros do poder. O
interessante � que os poucos que est�o desesperadamente burlar o
sistema licitat�rio est�o fazendo em benef�cio de empresa estrageira
que distribui Linux no Brasil, em detrimento de mais de 45,000
Brasileiros e 10,000 empresas Brasilerias, estas sim, que desenvolvem
aplicativos, prestam servi�os, vendem, instalam e prestam servi�os
para todos setores da sociedade em plataforma aberta Windows. O Brasil
e milh�es de estudantes n�o t�m tanto tempo para perder.
Obrigado, Luiz Marcelo Marrey Moncau Diretor de Marketing Microsoft
Brasil
N. da R. Em momento algum a reportagem de no. disse que o irm�o do
ministro Paulo Renato foi empregado da Microsoft. Ele representou a
empresa no per�odo em que o Proinfo foi licitado, fato confirmado pelo
pr�prio. A Microsoft foi procurada atrav�s de sua assessoria para
manifestar-se a respeito do Fust mas, ap�s tr�s dias, n�o havia
respondido.
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