> Em vez de ter um Pentium
> III em cima da mesa da recepcionista, usa-se o bom e velho Pentium 100 rodando
> uma configuração mínima com StarOffice rodando no servidor (...)
Sem querer desmerecer a idéia, mas o StarOffice parece mais uma tartaruga em um
Pentium 100...
> > o que esta faltando no Linux é a interatividade com o usuário final.
O que esse cara quis dizer com isso???
Que aplicativos como o GNOME e o KDE não são suficientemente fáceis de usar?
Besteira.
> > Aqui na empresa temos 150 estações, todas acessando Unix, qual o plano
> > para mudar as 150 estações de Windows para Linux ? realmente não sei , será
> > que os usuário vão preferir Linux do que Windows ?, creio que não.
> Para os usuários não faz diferença. Desde que tudo já esteja configurado na
> máquina deles, eles não dão a mínima bola para qual tipo de SO está rodando.
> Aliás, eles nem sabem o que é isso.
O grande plano é instalar StarOffice (em micros mais potentes) para Windows para
acostumar o pessoal com a interface do aplicativo. Convenhamos, um usuário normal
que usa praticamente só usa M$ Office raramente vê o papel de parede do Windows.
Depois disso, é só instalar o Linux com StarOffice e esperar que os usuários achem
a diferença. Alguns perguntarão apenas: "Hum... tem alguma coisa diferente...".
Foi esta a estratégia da PROCERGS aqui em Porto Alegre. Eles adotaram este
procedimento e agora não tem mais um único micro rodando MS Office/Windows; do
programador à secretária.
Pode acreditar... funciona.
Assinantes em 07/04/2001: 2193
Mensagens recebidas desde 07/01/1999: 108210
Historico e [des]cadastramento: http://linux-br.conectiva.com.br
Assuntos administrativos e problemas com a lista:
mailto:[EMAIL PROTECTED]