Amigos,

Durante muito tempo venho sempre me questionando isso, e resolvi apresentar
em público meu questionamento:

- Por que a Conectiva demora tanto para atualizar um software componente de
sua distribuição ou colocar disponível um software qualquer à parte?

É interessante perguntar isso na lista, porque chego a mais pessoas
envolvidas no assunto do que enviar um e-mail diretamente ao suporte.

Questiono por ser interessante o andamento dos releases de alguns
softwares, como mais notadamente em história recente, o KDE 2.1. A equipe
passou meeeeeses testanto, alterando, configurando, etc, e (não tenho
certeza se) a Conectiva nem "se meteu". Agora ele foi lançado, e já saiu
com pacotes pré-prontos para várias distribuições, inclusive RedHat, na
qual (imagina-se) a Conectiva se baseia. Eu até já vi comentários que a
Conectiva está testando uma versão "beta". (Beta? Já saiu o release final!
Se for beta da distro, porque não disponibilizam para a distro atual?)

Não falo só do KDE 2.1, mas de um punhado de outros softwares (que
infelizmente não me vêm à memória neste momento) que passam vários meses em
testes, e assim que são publicados já saem com pacotes prontos para essa ou
aquela distro. E, pode fazer o teste, alguns desses pacotes até funcioam no
Conectiva sem alteração nehuma, vide o fato que o CL6 também segue a FSS
(se não me engano, é a sigla da padronização da hierarquia de diretórios).

Fora isso, existe um buraco enoooorme na existência de um ou outro pacote.
Atentem para o simples fato que o diretório "contrib" da RedHat tem
milhares de arquivos disponíveis. Recentemente necessitei compilar no CL6
alguns aplicativos (que nem pra RedHat tinham RPM) que necessitavam de
algumas libs que peguei do contrib do RH7, ou até mesmo do CD original do
RH7, e funcionou redondinho! Alias, já peguei até alguns aplicativos
originais da RedHat que funcionam nota 10 no Conectiva. Mais uma vez, me
desculpem, a memória falha mas não lembro especificamente quais.

Resumindo, às vezes tenho a leve impressão que a diferença entre um pacote
RH7 e um CL6 é só o "cl" no final do nome do pacote.

Tudo bem, tudo bem, tudo bem: "mas e a tradução?". Simples! Vamos usar
novamente o KDE 2.1 como exemplo: o release oficial já vem traduzido!
Alguns aplicativos (como o próprio KDE) utilizam o LOCALE para traduzir
suas interfaces, e já até vêm com os arqvos de línguas incorporados Só o
que a Conectiva precisava fazer era colocar num diretório de "contrib", por
exemplo.

- Aos ferrenhos defensores da Conectiva, flames->/dev/null
- Aos ferrenhos defensores do tar.gz, flames->/dev/null
- Aos que gostariam de fazer uma contribuição últil a essa discussão, sou
todo "ouvidos".

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