Kleber, Em primeiro lugar eu gostaria que você ou outra pessoa, me explicassem "esse tal ganho de produtividade".
Não consigo entender onde os Offices proprietários são mais produtivos que o LibreOffice. Para mim, produtividade depende de pessoas. Elas que são ou não produtivas e capazes. Capazes de entender, aprender e fazer. O software é apenas um acessório. Quanto aos casos de sucesso na utilização do LibreOffice, venha mais para os tempos atuais. O caso do Metrô era na época do OpenOffice/BrOffice. É passado. Sugiro a você a leitura da LibreOffice Magazine <http://pt-br.libreoffice.org/projetos/revista/>. Até o momento são 19 edições e na maioria delas contamos casos de implantação do LibreOffice. Você quer só um exemplo de sucesso: O caso da Unesp. Atenciosamente. Vera Cavalcante [email protected] O* LibreOffice <http://pt-br.libreoffice.org/home/> *oferece todas as funções esperadas de uma suite profissional: editor de textos, planilha, apresentação, editor de desenhos e banco de dados. *VERO* <http://pt-br.libreoffice.org/projetos/projeto-vero-verificador-ortografico/> *Verificador **Ortográfico* em Português do Brasil, com Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990. Em 28 de novembro de 2015 12:53, Kleber Lyra <[email protected]> escreveu: > Bom dia, > nas últimas semanas tenho entrado em discussão no meu trabalho sobre o uso > "produtivo" de ferramentas de automação de escritório (os X-Offices). > No local onde eu trabalho foi introduzido (há anos) a substituição do MS > Office pelo OpenOffice e agora pelo LibreOffice, os usuários utilizam mas > alguns torcem bastante o nariz, e nos últimos meses há um movimento de que > o MS Office é mais produtivo e que o (provável) aumento da produtividade > justifica a aquisição de da ferramenta paga. Estão entrando numa discussão > fisiológica de que o Google Apps ou o Office 365, seriam ainda soluções > melhores, pois permitem colaboração direta na construção de documentos > etc.... > O fato é que muito se fala em produtividade associada aos produtos da > Google e MS, e se imputa o título de vilão ao L.O., porém a administração > nunca realmente fez um trabalho de disseminação do uso, melhores práticas, > etc. > Procurei na Internet casos de sucesso na utilização do LibreOffice, mas não > são fáceis de encontrar, e falar sobre o Metrô-SP é muito perigoso, pois as > informações são desatualizadas e não há uma visão completa de como se deu a > implantação, nem quais foram os resultados obtidos, ou se ainda a suíte de > escritório livre ainda é soberana naquela empresa. > Portanto peço ajuda aos colegas para que, aqui, postem resultados da > implantação e utilização do LibreOffice, e ainda se for possível, que > discutamos a respeito de produtividade, que este debate se estenda e ao fim > vire um instrumento de suporte a adoção do software livre nas empresas e no > setor público. > O argumento de "gratuidade" e "liberdade" são bastante fracos, frente aos > argumentos de produtividade, o mundo busca produtividade, e os gestores, > que muitas vezes cumprem mandato, querem "mostrar trabalho", e não se > importam muitas vezes em propor aquisições faraônicas e apontá-las como > sendo um caso de sucesso, afinal o marketing, a propaganda é mais forte. > > -- > Você está recebendo e-mails da lista [email protected] > # Informações sobre os comandos disponíveis (em inglês): > mande e-mail vazio para [email protected] > # Cancelar sua assinatura: mande e-mail vazio para: > [email protected] > # Arquivo de mensagens: > http://listarchives.libreoffice.org/pt-br/discussao/ > -- Você está recebendo e-mails da lista [email protected] # Informações sobre os comandos disponíveis (em inglês): mande e-mail vazio para [email protected] # Cancelar sua assinatura: mande e-mail vazio para: [email protected] # Arquivo de mensagens: http://listarchives.libreoffice.org/pt-br/discussao/
