Em 20/3/2009 14:56, Edson Marquezani Filho escreveu:
Eu diria que ignorância é ignorar o fato disso ser útil.
ignorância : ato de não conhecer, ignorar o conhecimento.
O ponto em que quero chegar é: realmente faz alguma diferença na
prática esse lance de enxugar o kernel, deixar ele só com o básico
necessário, remover o supérfluo e tal? Coisas do tipo: "Ah, se for um
servidor firewall, melhor deixar o kernel o mais básico possível e
tal."
Não sei, mas eu sempre achei desnecessário, um pouco de superstição.
Até mesmo porque essa necessidade nunca se fez presente no dia-a-dia
pra mim.
Mas claro, posso justamente estar um tanto quanto ignorante no
assunto, por isso o questionamento.
No Flames,
O que eu chamei de ignorante foi o comentário infeliz acima, sobre suas
dúvidas a minha opinião segue.
O motivo principal realmente é o que você já citou, tirar o que não
precisa e deixar apenas o que vai ser útil, além de deixar os drivers
essenciais para serem compilados junto com o kernel ficaria mais rápido
pois o sistema não teria que carregar todos os módulos no boot, iniciar
os daemons em paralelo (os que não possuam dependências ainda não
satisfeitas). Mas enfim a diferença de desempenho não vai ser
perceptível a menos que em situações extremas.
Outro motivo talvez seria personalização de alguns recursos built-in.
Hoje o kernel do GNU/Linux é usado em diversos tipos de aparelhos como
celulares, MIDS, TVs e etc. Isso acontece exatamente por ser um sistema
de código aberto e de fácil personalização e expansão.
Isso e ignorância andam em caminhos opostos.
A[]'s
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