Caros colegas,
estamos passando por mais um daqueles processos de transição em função do
avanço tecnologico. Claro,  o livro é uma das ferramentas que não ficou
inerte neste proceso, pelo que vemos. Essa questão do e-book, da forma como
o conhecemos é apenas parte de uma transição para o chamado download à um
novo suporte que promentem os tecnologos, ser melhor que o livro (um
material  semelhante a uma folha, porem mais resistente, dobravel, de facil
portabilidade, capaz de conter varios titulos armazenados os quais seriam
paginados com um simples toque). Mas a preocupação que se levanta na atual
questão do e-book é,  se  seu facil acesso  gera inclusão ou exclusão. Hoje
acompanhamos nas IES que alunos se formam por capitulos, ou seja, tem sua
formacao baseada em xerocopias, devido ao alto custo do livro. Bom com o
e-book temos dois problemas, quem poderia pagar para imprimir um e-book
completo? Outra, estaria a nossa geração  preparada para uma leitura durante
horas diante de um computador, como é feito na  posse de um livro?

Neste caso não seria trocar seis por meia duzia?



2006/6/16, Jonathan Pereira <[EMAIL PROTECTED]>:

Por *Lanika Mooon*
em Magnet <http://www.magnet.pro.br/>
8 junho 2006

O Projeto Gutenberg <http://magnet.pro.br/cosmonet/www.gutenberg.org> e a
World
eBook Library <http://worldlibrary.net/>planejam tornar "um terço de um
milhão" de livros eletrônicos disponíveis durante um mês na primeira feira
mundial de livros eletrônicos, a World eBook Fair
<http://www.worldebookfair.com/>. Os downloads estarão disponíveis no site
da feira de 4 de julho, aniversário de 35 anos da fundação do Projeto
Gutenberg, até 4 de agosto de 2006, informa o site
Physorg.com<http://physorg.com/news68484530.html%20-%20ebook>
.

A maioria dos livros será contribuição da World eBook Library (Biblioteca
Mundial de Livros Eletrônicos). A instituição normalmente cobra US$ 8,95
ao
ano pelo acesso a seu banco de dados de mais de 250.000 ebooks, documentos
e
artigos.

A feira, porém, não será a única oportunidade para leitores ávidos
devorarem
livros gratuitamente. O fundador do Projeto Gutenberg, Michael Hart,
informou que a parceria pretende tornar um milhão de livros eletrônicos
disponíveis na edição da feira anual de 2009, acrescentando cada vez mais
títulos nos anos subseqüentes. Cerca de 100.000 estarão disponíveis
permanentemente nos sites do Projeto Gutenberg.

Os livros do projeto, digitados e escaneados por milhares de voluntários,
em
sua maioria são aqueles que não estão mais protegidos por direitos
autorais
e incluem ficção, não-ficção e livros de referência. Estarão disponíveis
para leitores de todo o globo em aproximadamente cem idiomas.

Embora o mercado de ebooks permaneça reduzido, Hart afirma que livros
eletrônicos "caíram no gosto dos leitores sem precisar de muita
publicidade"
e estão sendo lidos em handhelds, celulares e até mesmo em programas
especiais para uso em iPods. Baseado na demanda crescente, ele prediz que
haverá mais de 10 milhões de ebooks em 2020. "Tenho relatos de pessoas que
afirmaram que nunca teriam lido Shakespeare se sua obra não tivesse sido
colocada na internet", declarou Hart.


Fonte:
http://magnet.pro.br/cosmonet/projeto-gutenberg-pretende-dar-livre-acesso-a-300-000-livros-em-julho



--
Jonathan Pereira
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